onde as turbulências me consomem.
Mas a cada dia aprendo mais a aceitar os trovões
e a descobrir beleza na tempestade.
As âncoras que me prendem
parecem cada dia mais leves,
facilitando meu navegar.
Todos os dias me liberto
vendo o reflexo do Sol nestas águas
e lembrando que também sou reflexo.
Mas lembro que também sou grão de areia,
sou gota d’água,
sou todo lágrima.
[autor desconhecido]

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